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Outubro Rosa e autoestima: por que se cuidar também é prevenir

10 de outubro de 2026
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5m
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Outubro Rosa e autoestima: por que se cuidar também é prevenir

Entre trabalho, casa, família e compromissos, muitas mulheres acabam priorizando o cuidado com outras pessoas. A relação entre Outubro Rosa e autoestima nos lembra que consultas, exames e atenção ao próprio corpo também precisam encontrar espaço na rotina.





A campanha amplia a conscientização sobre o câncer de mama e reforça a importância da informação, dos hábitos saudáveis e do diagnóstico precoce para a saúde feminina.





Conhecer o próprio corpo e perceber possíveis mudanças são atitudes importantes. Embora não eliminem o risco de desenvolver a doença, podem favorecer a procura por avaliação profissional no momento adequado.





Ao longo deste conteúdo, você conhecerá os números mais recentes do câncer de mama no Brasil, os sinais de alerta, as orientações sobre mamografia pelo SUS e a importância da autoestima antes, durante e depois do tratamento.





Câncer de mama no Brasil: o que dizem os números 





De acordo com as estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), são esperados 78.610 novos casos de câncer de mama por ano no Brasil entre 2026 e 2028. O número reforça a importância das ações de prevenção, conscientização e diagnóstico precoce.





Excluindo os tumores de pele não melanoma, o câncer de mama representa aproximadamente 30% dos novos casos de câncer entre mulheres brasileiras. Em 2024, foram registradas 20.849 mortes pela doença no país.





A idade é um dos principais fatores de risco para o câncer de mama. A incidência aumenta especialmente a partir dos 40 anos, embora a doença também possa atingir mulheres mais jovens.





Por isso, falar sobre Outubro Rosa e autoestima também significa incentivar a atenção às mudanças nas mamas. Alguns sinais que precisam de avaliação profissional são:






  • nódulos persistentes na mama ou na axila,




  • saída espontânea de secreção pelo mamilo, especialmente com sangue,




  • retrações ou mudanças no formato da mama,




  • pele com aspecto semelhante à casca de laranja,




  • alterações persistentes no mamilo.





A presença desses sinais não significa necessariamente câncer, mas exige investigação adequada. E, mesmo sem sintomas, é importante conversar com um profissional de saúde sobre as recomendações de rastreamento.





Como a autoestima influencia o cuidado com a saúde 





Falar de Outubro Rosa e autoestima não significa responsabilizar quem adoece ou sugerir que a doença esteja relacionada à maneira como a mulher se sente consigo mesma.





A proposta é incentivar o autocuidado feminino, ajudando cada mulher a encontrar espaço na rotina para consultas, exames e atenção às mudanças do próprio corpo.





A sobrecarga de responsabilidades, o medo de receber um diagnóstico, a vergonha do corpo e o desconforto durante consultas podem contribuir para o adiamento dos cuidados.





Reconhecer essas dificuldades e buscar apoio pode tornar o acesso à saúde mais acolhedor, sem cobranças ou sentimentos de culpa.





Segundo o INCA, aproximadamente 17% dos casos de câncer de mama podem ser evitados por meio de fatores modificáveis. Entre as medidas que ajudam a reduzir o risco estão a prática regular de atividade física, a manutenção de um peso adequado, a redução do consumo de álcool e a amamentação, quando possível.





No SUS, o rastreamento mamográfico de rotina é recomendado prioritariamente para mulheres de 50 a 74 anos, a cada dois anos. Mulheres de outras faixas etárias podem receber orientações específicas conforme suas condições de saúde e a avaliação profissional.





Vale lembrar que o rastreamento é destinado a pessoas sem sintomas. Quando existe uma alteração suspeita, a investigação deve ocorrer independentemente da idade prevista para a mamografia de rotina.





Autoestima também durante e depois do tratamento 





A relação entre autoestima e câncer de mama continua durante o tratamento e também após sua conclusão. Queda de cabelo, cicatrizes, mastectomia e outras mudanças físicas podem afetar a imagem corporal, a identidade e a confiança de cada mulher.





Esses sentimentos merecem respeito e acolhimento. Acompanhamento psicológico, grupos de apoio, organizações especializadas e conversas com profissionais de saúde podem ajudar a construir caminhos de cuidado compatíveis com as necessidades e escolhas individuais.





Quando indicada, a reconstrução mamária também pode fazer parte do tratamento. O INCA destaca que essa possibilidade deve ser considerada após a mastectomia sempre que houver condições clínicas adequadas e desejo da paciente.





Cada mulher, porém, tem sua própria relação com o corpo e com a experiência do câncer. Recuperar a autoestima pode assumir diferentes significados, e todas essas vivências merecem ser respeitadas.





Para compreender como essa jornada pode transformar a maneira de enxergar a vida e o autocuidado, conheça o depoimento de Daianne Comerlatto, franqueadora da Corpo Bueno:









“Em 2018, minha vida mudou completamente. Recebi o diagnóstico de câncer de mama e, com ele, vieram meses de tratamento, angústias, medos e muitas incertezas. Eu não sabia exatamente como seria o caminho, mas carregava dentro de mim uma certeza: eu seria curada.





Passei por todas as etapas que precisava passar. Houve dias difíceis, mudanças profundas e momentos em que precisei ressignificar muitas coisas sobre a vida, sobre o tempo e, principalmente, sobre o que realmente importava para mim.





Hoje, oito anos depois, consigo olhar para trás e dizer algo que talvez pareça contraditório: o câncer me curou.





Curou a forma como eu enxergava a vida, mudou minhas prioridades e me aproximou do meu verdadeiro propósito.





Foi justamente nesse período que a Corpo Bueno chegou até mim. E o que poderia ser apenas uma empresa se tornou parte de uma transformação muito maior. 





Eu entendi que meu propósito estava em cuidar de pessoas e ajudá-las a recuperar algo que, muitas vezes, se perde ao longo da vida: a autoestima, a confiança e o prazer de se reconhecer novamente.





Desde então, muitas mulheres chegaram até nós trazendo suas próprias histórias. Mulheres que passaram por doenças, mudanças no corpo, maternidade, perdas, recomeços ou simplesmente por fases em que deixaram de olhar para si mesmas. E é por elas que a Corpo Bueno também existe.





Há um ano, encerrei oficialmente meu tratamento e recebi alta. Hoje sigo apenas com os acompanhamentos médicos recomendados e com uma gratidão imensa por poder olhar para tudo o que vivi e compreender que aquela fase também ajudou a construir a mulher que sou hoje.





Por isso, o Outubro Rosa tem um significado muito especial para mim e para a Corpo Bueno.





Neste mês, queremos oferecer às mulheres que estão enfrentando ou já enfrentaram o câncer de mama um momento de autocuidado. Um tempo para lembrar que, mesmo quando a vida parece girar em torno de exames, consultas, tratamentos e preocupações, existe uma mulher ali que também merece ser cuidada, acolhida e lembrada.





Porque cuidar da autoestima não é apenas uma questão de estética. É sobre voltar a olhar para si.





Eu conheço os medos desse caminho. Conheço as incertezas. Mas também conheço a força que pode nascer depois dele.





O câncer fez parte da minha história, mas nunca definiu quem eu sou.





Ele me transformou, me apresentou um novo propósito e me ensinou que, algumas vezes, a vida nos atravessa profundamente para nos conduzir exatamente ao lugar onde deveríamos estar.





Hoje, oito anos depois, eu posso dizer: fui curada do câncer, mas, de muitas outras formas, foi o câncer que me curou”.





O relato de Daianne mostra como Outubro Rosa e autoestima podem caminhar lado a lado, respeitando as diferentes experiências de quem enfrenta ou já enfrentou o câncer de mama.





O objetivo não é exigir força ou positividade em todos os momentos, mas lembrar que acolhimento, autonomia e apoio também fazem parte dessa jornada.





Outubro Rosa e autoestima: coloque-se em primeiro lugar 





Que tal reservar um espaço na agenda para cuidar de você? Confira quando realizou sua última consulta, converse com um profissional de saúde e verifique se seus exames estão adequados à sua idade e às suas necessidades.





Se perceber alterações nas mamas, procure uma unidade de saúde. A Atenção Primária do SUS pode realizar a avaliação inicial e orientar os encaminhamentos necessários para investigação, diagnóstico e acompanhamento.





Compartilhe essas informações com mães, irmãs e amigas. Outubro Rosa e autoestima ganham força quando a informação circula e mais mulheres encontram incentivo para priorizar a própria saúde.





O autocuidado também pode incluir momentos dedicados ao bem-estar, sempre respeitando as condições de saúde e as orientações médicas de cada pessoa.





Neste Outubro Rosa, a Corpo Bueno oferece 30% de desconto em todos os procedimentos, conforme as condições da campanha. Para mulheres em tratamento oncológico ou em recuperação, qualquer procedimento estético deve ser previamente avaliado e autorizado pela equipe médica responsável.





Neste mês especial, cuide da sua saúde. Cuide de você! Conheça a campanha de Outubro Rosa da Corpo Bueno e descubra como reservar um momento de autocuidado com acolhimento, atenção e respeito à sua história.



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